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    Between thought and expression lies a lifetime

    Situations arise because of the weather
    and no kinds of love
    are better than others
     
    the velvet underground, 1968

    dom´nio sobre si.

     
    "Os professores da Moral que recomendam ao homem acima de tudo que se domine, dão-lhe assim, uma singular doença, quero dizer, uma constante irritabilidade, uma espécie de comichão, que se transforma no seu modo de reagir às excitações mais naturais. Seja o que for que lhe aconteça de ora em diante, seja de fora, seja de dentro, seja o que for que ele aí encontre, ou que o atraia, ou que o incite, ou que empurre, parece sempre a este ser irritadiço que o seu domínio sobre si corre os maiores perigos: já não tem o direito de se fiar em nenhum instinto, de se abandonar a nenhum impulso livre, mantém-se na defensiva, sem repouso, eriçado de armas contra ele próprio, o olhar atento e desconfiado, mantendo eternamente diante da própria torre de menagem uma guarda que impôs a ele mesmo. Decerto, ele pode ser grande nesse papel! Mas como se tornou insuportável aos outros, pesado para si, pobre, enfim, hermeticamente fechado aos mais belos acasos da alma, e a qualquer outra lição futura! Porque é preciso que nós saibamos perder durante um tempo se quisermos aprender alguma coisa daquilo que nós próprios não somos." ~gaia ciência, F.Nietzsche

    break on through to the other side..

     
    "A mente que se abre a uma nova ideia, jamais voltará ao seu tamanho original." A.Einstein

    preghiera?

     
    "(..) scoprire perché chiedi perennemente qualcosa, perché c'è in te questa esigenza, questo bisogno di mendicare.
    Quanto più conosci te stesso attraverso la consapevolezza di ciò che pensi e che senti, tanto più scoprirai la verità di ciò che è: ed è questa verità che ti aiuterà a essere libero." ~j.Krishnamurti, la ricerca della felicità

    diels

     
    (..) This LOGOS holds always but humans always prove unable to understand it, both before hearing it and when they have first heard it. For though all things come to be in accordance with this LOGOS, humans are like the inexperienced when they experience such words and deeds as I set out, distinguishing each in accordance with its nature and saying how it is. But other people fail to notice what they do when awake, just as they forget what they do while asleep. (DK22B1)
    For this reason is necessary to follow what is common. But although the LOGOS is common, most people live as if they had their own private understanding. (DK22B2)
    Listening not to me but to the LOGOS it is wise to agree that all things are one. (DK22B50)
     
    ~in "B-fragments of the Presocratics", Hermann Alexander Diels

    la vita simbolica

     
    "(..) L'uomo ha un modello, una forma che lo rende specificatamente uomo; nessuno nasce senza di esso. Siamo profondamente inconsapevoli di questo fatto, perché per via dei nostri sensi viviamo proiettati all'esterno di noi stessi. Se l'uomo potesse guardare dentro di sé lo scoprirebbe. (..) Questo aspetto della personalità umana, inibito nella maggior parte dei casi per l'incompatibilità con l'immagine che ciascuno ha di se stesso, non è solamente composto dai tratti negative del carattere, ma rappresenta allo stesso modo la totalità dell'inconscio si presenta alla conscienza. (..) Non sapiamo che cosa sia un archetipo (cio è da che cosa sia composto) perché la natura della psiche è inaccessibile a noi, ma sappiamo che esistono archetipi e che provocano una serie di effetti. Quando meglio comprenderemo gli archetipi, tanto meglio prenderemo parte alla loro vita cogliendone l'eternità e l'atemporalità." ~Carl G. Jung

    arte de sonhar

     
    "(..) as imagens, os símbolos e os mitos não são criações irresponsáveis da psique; elas respondem a uma necessidade e preenchem uma função: revelar as mais secretas modalidades do ser." ~mircea Eliade

    pessoa

     
    "Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
    Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
    E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
    Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
    Indesculpavelmente sujo.
    Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
    Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
    Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
    Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
    Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
    Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
    Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
    Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
    Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
    Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
    Para fora da possibilidade do soco;
    Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
    Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

    Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
    Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
    Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

    Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
    Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
    Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
    Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
    Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
    Ó principes, meus irmãos,

    Arre, estou farto de semideuses!
    Onde é que há gente no mundo?

    Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

    Poderão as mulheres não os terem amado,
    Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
    E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
    Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
    Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
    Vil no sentido mesquinho e infame da vileza." 
    ~poema de Fernando Pessoa
     

    mensageiro sioux

     
    "Tudo é mudança;
    cada coisa traz sempre algo com ela;
    não há nada que nada traga consigo." ~chefe Falcão Voador, sioux da tribo oglala

    se eu soubesse..

     
    "O vasto mundo: um grão de poeira no espaço.
    Toda a ciência dos homens: palavra.
    Os povos, os animais e flores dos sete climas: sombras.

    O resultado da tua perpétua meditação: nada.
     
    Admitamos que tenhas resolvido o enigma da criação.
    Qual é o teu destino?

    Admitamos que tenhas podido desvendar a Verdade.
    Qual é o teu destino?

    Admitamos que tenhas vivido cem anos, feliz, e que vivas ainda outros cem:
    Qual é o teu destino?
     
    Compenetra-te bem disto: um dia a tua alma deixará o teu corpo
    e serás lançado para trás do véu que flutua entre o
    universo e o incognoscivel.

    Enquanto esperas, sê feliz.

    Não sabes de onde precedes. Não sabes para onde vais." * Omar Khayyam

    Ser.

     
    «.. - O mal verdadeiro, o único mal, são as convenções e as ficções sociais, que se sobrepõem às realidades naturais - tudo, desde a família ao dinheiro, desde a religião ao estado. A gente nasce homem ou mulher - quero dizer, nasce para ser, em adulto, homem ou mulher; não nasce em boa justiça natural, nem para ser marido, nem para ser rico ou pobre, como também não nasce para ser católico ou protestante, ou português ou inglês. É todas estas coisas em virtude das ficções sociais.
    Ora essas ficções são más porquê? Porque são ficções, porque não são naturais. Tão mau é o dinheiro como o estado, a constituição da família como as religiões. ..»
     
    ~ excerto de O banqueiro anarquista, Fernando Pessoa.

    eso que llaman educación

     
    «Hay algo que llaman Educación y se practica en las escuelas.
    Hay otra cosa que no la llaman así y sin embargo influye en la vida presente de los niños y en su futuro como personas.
    La escuela, en el mejor de los casos, hace que seamos cultos en el futuro, que tengamos un manejo casi motriz de la gramática, la lógica y las ciencias.
    Lo otro, que no llaman educación determina lo que vamos a comer, de qué manera nos vamos a proveer, cuales van a ser nuestros gustos, qué cosas vamos a perseguir en la vida y por sobre todas las cosas, determina cuales van a ser nuestras aspiraciones. La escuela no nos programa para esto. Pero lo otro, que no llaman educación sí nos va programando en forma intensiva y permanente.
    Si partimos de la definición de que educar es influir sobre las aspiraciones de las personas. Entonces, eso que no llaman educación, educa más que la escuela.
    Lo que no llaman educación nos enseña que no hace falta saber producir nuestros alimentos, que hay que vivir para comprarle todo a unas pocas empresas, que el placer no está en lo que uno hace, si no en lo que uno compra, que todo lo que hay que aprender en la vida, es a soportar un trabajo sin vocación para comprar satisfacción, y que la satisfacción viene de lo que se compra.
    Eso que no llaman educación nos enseña que cada vez que una persona tiene sed, tiene el derecho de excretar un envase de plástico, cada vez que uno va a comprar alimentos tiene derecho a comprar envases, envoltorios y bandejas plásticas. Nos enseña que los alimentos industrializados se pueden comer todos los días, y que eso no daña la salud.
    Sin embargo cada año se ven en las escuelas más niños obesos o calvicie de quimioterapia, muchas enfermedades que eran de viejos como artrosis, osteoporosis, hemorroides son hoy comunes en niños y adolescentes.
    Aprender a producir alimentos es Ecología. También es ecológico aprender a producir electricidad, agua y gas en vez de comprár. Aprender a comer y a cocinar sano y nutritivo es Ecología, dejar de comprar alimentos industrializados es Ecología, porque las empresas, al tener mercados tan grandes están obligadas a transportar sus productos a grandes distancias y contaminan con tanto transporte.
    Si la escuela no nos muestra una forma de vivir sustentable, avala por omisión lo que enseñan los medios de difusión masiva.
    No sabemos comer, producir ni vivir sin los monopolios.
    En este siglo se acabará el petróleo y las Grandes Empresas dejarán de dominar los mercados por falta de combustible para tanto transporte. Habrá que comer todo natural y producido en la zona. Habrá que aprender a cocinar y a producir sin productos químicos. Los problemas de la contaminación y del derroche de recursos desaparecen con el petróleo escazo o caro. Esta economía que nosotros conocemos deja de ser factible.
    El sueño de vivir sin contaminar pasa a ser realidad y la forma de vida que conocemos como única posible pasa a ser una quimera.
    Nos queda una pregunta, ¿qué se acabará primero, el petroleo o el aire?»
     
    Antonio Urdiales Cano
     
     

    feel it in the one drop..

     
    "they made their world so hard . every day we got to keep on fighting
    they made their world so hard . every day the people are dying
    it dread, dread for hunger and starvation dread dread, dread on dread
    lamentation dread dread . but read it in Revelation dread dread
    you'll find your redemption . and then you
    give us the teachings of His Majesty . for we no want no devil philosophy!" * Bob Marley

    DéCROiSSANCE! ~o que é o decrescimento?

     

    Bastille - a la gloire -decroissance

     
    "A contestação do crescimento económico é um fundamento da ecologia política. Não é possível um crescimento infinito num planeta finito. Muito incómoda, pois entra em ruptura radical com o nosso desenvolvimento actual, esta crítica foi rapidamente abandonada por conceitos mais suaves, como o "desenvolvimento sustentável". No entanto, racionalmente, não existem outras vias pelas quais os países ricos 20% da população planetária e 80% do consumo dos recursos naturais que a de reduzir a sua produção e o seu consumo de forma a "decrescer"." Bruno Clémentin e Vincent Cheynet
     
    "O crescimento pelo crescimento torna-se o objectivo primordial, senão o único da vida, na sociedade capitalista, o que acarreta uma degradação progressiva do ambiente e dos recursos globais. Vivemos, actualmente, às vésperas de catástrofes previsíveis." Serge Latouche
     
    "O decrescimento é um slogan. É tambem um conceito que nos obriga a todos a tomar consciência dos limites físicos do planeta aos quais nós nos confrontamos. Ele obriga-nos a pôr em causa a nossa noção de conforto, de necessidade. O decrescimento não é uma ideologia, é uma necessidade absoluta (...). Mas o decrescimento não se limita aos aspectos ecológicos (...). O decrescimento não será o «retorno à luz da vela» (...). O decrescimento é também ir contra, desde hoje, ao sistema capitalista, industrial e espectacular. É um grão de areia na engrenagem da mega-máquina. (...)" Grupo Marée Noire
     
    "A Ecologia é subversiva porque põe em causa o imaginário capitalista que domina o planeta. Ela recusa o motivo central do capitalismo, segundo o qual o nosso destino é de aumentar sem parar a produção e o consumo. Ela mostra o impacto catastrófico da lógica capitalista sobre o ambiente natural e sobre a vida dos seres humanos." Cornelius Castoriadis

    ANTi.educação o primeiro passo contra a estupidificação

     
    "A educação consiste no condicionamento de um indivíduo, através da promessa de várias compensações e vantagens, de modo a que ele adopte um modo de pensar e de se comportar que, logo que se tornem um hábito, instinto ou paixão, os dominarão «para o bem geral» mas, em última instância, para sua própria desvantagem. Somos vítimas das nossas virtudes, que nos transformam numa mera função do todo social." ~ excerto de A Gaia Ciência
     
     

    informati:

     
    "The secret of the federal reserve" (1952) di Eustace Mullins (traduzione in italiano di alcuni capitoli su www.signoraggio.it);

    Tesi di laurea di Salvatore Tamburro "La banca d'Italia, il signoraggio e il nuovo ordine mondiale" (2007);
     

    emancipate yourselves from mental slavery, none but ourselves can free our mind!

     
    «Il debito pubblico affossa sempre più la nostra società.
    Ogni nazione al mondo o quasi è in debito. Il debito pubblico è relazionato al signoraggio monetario e al sistema della riserva frazionaria.
    E' Il più grande inganno, la più grande rapina della storia dell'umanità.
    Il reddito da signoraggio è la differenza tra il valore nominale delle banconote (5,10,50,100,200,500£$) e il costo di stampa (+o-15cent).
    La differenza se la mettono (letteralmente) in tasca i grandi banchieri internazionali.
    Non c'è un metro sul quale basare la quantità di denaro in circolazione (una volta era l'oro), ciò è infatti uno dei grandi poteri messi in mano alle banche centrali, grazie al quale possono regolare (letteralmente) la quantità di euro/dollari in circolazione, stabilendone così il valore.
    Le banche centrali controllano la flazione: hanno il potere di creare periodi di crescita o di recessione, e di scatenare crisi economiche. (vedi argentina)
    Le banche centrali prestano banconote agli stati(non a 15cent ma a 5,10,50,100,200,500£$) e le chiedono indietro con gli interessi (+o- il 2,5%), da ciò segue che quanto più denaro muova una nazione quanti più interessi è costretta a pagare, continuando a togliere sempre più soldi dalle tasche dei cittadini per sostenere questo infernale schema.
    Il buco del debito pubblico è incolmabile, in quanto si autorigenera e autoalimenta.
    E' un ciclo studiato per tenere le popolazioni in schiavitù; il denaro nasce, letteralemente, con un debito intrinseco a carico di coloro che dovranno usufruirne.
    I creditori sono le banche centrali. Gli stati uniti d'america sono nati da 2 rivoluzioni di cui i saldi principi erano di stare alla larga dal concetto di banca centrale.
    Nel 1915 è nata in grande segreto la federal riserve, che non è nè una riserva e tanto meno federale, la federal reserve è la banca centrale degli stati uniti d'america.
    La storia è da riscrivere.
    Da troppo tempo ci stanno mentendo, non abbiamo bisogno di banche centrali che pongano interessi su ogni banconota che guadagnamo con il sudore della nostra fronte, e oltretutto privino gli stati del reddito da signoraggio.
    Non le vogliamo più. Ci stanno derubando da fin troppo tempo!
    Senza la dittatura schiavista delle banche centrali il cittadino risparmierebbe l'80% delle proprie tasse.
    La sovranità monetaria DEVE essere popolare, NON PRIVATA!
    I politici sanno, alcuni, ma nessuno ne parla in quanto la politica è schiava dei poteri in mano ai grandi banchieri internazionali.
    Forse è per questo che incontriamo i politici sempre più corrotti.. forse è per questo che tentano il più possibile di tenere chiuso il cerchio facendo salire ai piani alti sempre parenti o amici di amici.. forse è per questo che non incontriamo nessuno che migliori la situazione.. forse è per questo che va sempre peggiorando..
    forse è per questo che i mass media sono inerti, forse è per questo che è tutto così complicato che non riusciamo a capire.
    Migliorare è difficile, se non impossibile, ma dobbiamo almeno far girare la voce. O tutte le altre battaglie, passate presenti e future, saranno inutili.
    La storia è da riscrivere.
    I nostri antenati si rivolterebbero nelle tombe.
    Non lasciamoci spaventare.
    Facciamo girare la voce!» Francesco Bertoli
     
    « Meno male che la popolazione non capisce il nostro sistema bancario e monetario, perché se lo capisse, credo che prima di domani scoppierebbe una rivoluzione. » Henry Ford
     
    «Io credo che le istituzioni bancarie siano più pericolose per le nostre libertà di quanto non lo siano gli eserciti permanenti. Se il popolo americano permetterà mai alle banche private di controllare l'emissione del denaro, dapprima attraverso l'inflazione e poi con la deflazione, le banche e le compagnie che nasceranno intorno alle banche priveranno il popolo dei suoi beni finché i loro figli si ritroveranno senza neanche una casa sul continente che i loro padri hanno conquistato. Il potere di emissione va tolto via dalle banche e restituito al popolo, al quale esso appartiene propriamente » Thomas Jefferson (1776)
     
    «Datemi il controllo sulla moneta di una nazione e me ne frego di chi fa le leggi»  M.A.Rothschild, fondatore della dinastia di banchieri Rothschild.
     
    «Il capitale deve proteggersi in ogni modo possibile con alleanze e legislazione. I debiti devono essere riscossi, le obbligazioni e i contratti ipotecari devono essere conclusi in anticipo e il più rapidamente possibile. Quando, mediante processi giuridici, le persone comuni perderanno le proprie case, diventeranno sempre più docili e saranno tenute a freno con più facilità attraverso il braccio forte del governo al potere, azionato da una forza centrale di ricchezza sotto il controllo di finanzieri di primo piano. Questa verità è ben conosciuta tra i nostri uomini di spicco, adesso impegnati nel costituire un imperialismo del Capitale che governi il mondo. Dividendo gli elettori attraverso il sistema dei partiti politici, possiamo far spendere le loro energie per lottare su questioni insignificanti. Di conseguenza, con un'azione prudente abbiamo la possibilità di assicurarci quello che è stato pianificato così bene e portato a termine con tanto successo..» USA Banker's Magazine (Rivista dei banchieri americani), 25 Agosto 1924
     
    «Oggi il nome "democrazia" è rimasto alle usurocrazie, o alle daneistocrazie, se preferite una parola accademicamente corretta, ma forse meno comprensibile,
     che significa: dominio dei prestatori di denaro.»  Ezra Pound, "Valuta, Lavoro e Decadenze." (1933)
     
    «Vi immaginate come sarebbe il mondo se fosse creato denaro senza interessi? Vi dicono che è impossibile farlo perchè questo è ciò che vogliono farvi credere. Ma si può eccome. Sia il presidente Kennedy che il presidente Lincoln iniziarono ad emettere denaro privo di interessi. E cos'altro hanno in comune questi due uomini?" David Icke, "Children of the Matrix"
     
     

    feed your head..

    THINK FOR YOURSELF,
    QUESTION AUTHORITY.
     
    Throughout human history, as our species has faced the frightening, terrorizing, fact that we do not know, who we are, or where we are going in this ocean of chaos, it has been the authorities, the political, the religious, the educational authorities who attempted to comfort us by giving us order, rules, regulations, informing, forming in our minds their view of reality.
    To think for yourself you must question authority and learn how to put yourself in a state of vulnerable, open-mindedness; chaotic, confused, vulnerability to inform yourself.
    Think for yourself.
    Question authority.

    chaplin mostrou-m que..

    "a vida é maravilhosa se não tivermos medo." * brilha *

    nirvana..

    "The bridge of dreams" - the phrase reverberates,
    Suggesting flights of spirit, or of mind,
    Transcending all that's physical, and waits,
    Along with poor mortality, behind.
    To pass beyond the sense of time and place
    And find pure Being in infinity,
    To contemplate the Godhead, see the face
    Of all that's faceless, all we cannot see,
    Become as one with nothing, and with all,
    Embracing past and future in a breath.
    And if the world you left behind should call,
    Respond with cosmic laughter, saying, "Death,
    You have no power over me, it seems,
    For I've escaped. I've crossed the bridge of dreams."
     
    Sei Shonagon *
     
    ..e assim tornamo-nos infinitos :)